Foto: direito do autor
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Softwares de policiamento preditivo, como o X-Law na Itália e o PredPol nos EUA, utilizam algoritmos e grandes volumes de dados para prever onde crimes podem ocorrer. Embora possam auxiliar no combate à criminalidade, há riscos de vieses e discriminação, especialmente quando os dados históricos refletem desigualdades sociais. Os especialistas chamam atenção para os chamados 'laços de reforço', que tendem a reproduzir estigmas e tornam certas regiões ou grupos alvos recorrentes. É fundamental garantir transparência, auditabilidade e respeito aos direitos humanos. A adoção de normas internacionais, como as da ISO, pode diminuir riscos. Sendo assim, a tecnologia deve ser apoio, não substituição do julgamento humano.
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