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A inteligência artificial (IA) traz sérias implicações éticas, especialmente diante do avanço tecnológico e do uso crescente de algoritmos em decisões automatizadas. Estudos indicam que interesses econômicos, enviesamentos nos dados e a ausência de regulamentação eficaz podem comprometer a imparcialidade dos sistemas, inclusive na área da saúde. Iniciativas internacionais, como as Diretrizes Europeias, a OCDE e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, buscam mitigar riscos ao estabelecer princípios de transparência, segurança e não discriminação. Contudo, ainda faltam sanções efetivas e obrigatoriedade de cumprimento. O Projeto de Lei 5051/19 busca reforçar essas diretrizes, mas é considerado frágil. A ética aplicada à IA é essencial para evitar abusos e assegurar benefícios equitativos à sociedade.
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