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O texto aborda como decisões humanas são frequentemente influenciadas por vieses cognitivos — distorções inconscientes de julgamento estudadas por áreas como a psicologia e a economia comportamental. Embora os algoritmos sejam vistos como instrumentos isentos, eles também podem reproduzir e até amplificar esses vieses. Isto ocorre por que os algoritmos refletem escolhas humanas em sua concepção e treinamento. O autor defende que, embora decisões totalmente neutras sejam improváveis, é possível reduzir distorções por meio da combinação de métodos analíticos e qualitativos. O reconhecimento e a análise de padrões decisórios podem promover escolhas mais conscientes, equitativas e alinhadas com valores como diversidade e justiça.
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